Os primeiros arqueólogos eram, na verdade, colecionadores de antiguidades que buscavam objetos valiosos. Só mais tarde a prática se tornou uma ciência voltada à compreensão das culturas humanas antigas.
Descoberta em 1799, a Pedra de Roseta foi essencial para decifrar os hieróglifos egípcios. Ela continha o mesmo texto em três línguas, permitindo aos estudiosos entender a escrita do Egito Antigo.
A cidade romana de Pompeia foi soterrada em 79 d.C. pela erupção do vulcão Vesúvio. As cinzas preservaram edifícios, objetos e até corpos, oferecendo um retrato vívido da vida antiga.
A cidade egípcia de Heracleion foi descoberta submersa no delta do Nilo. Arqueólogos usam equipamentos de mergulho e sonar para explorar vestígios em oceanos e lagos.
Descoberta em 1922 por Howard Carter, a tumba do faraó Tutancâmon continha milhares de artefatos preservados. Foi uma das maiores descobertas da arqueologia egípcia.
Construído há mais de 4 mil anos, Stonehenge ainda intriga arqueólogos. As pedras pesam até 30 toneladas e foram transportadas de locais a mais de 250 km. Teorias vão de observatório astronômico a centro de rituais lunares.
Em 79 d.C., a erupção do vulcão Vesúvio soterrou Pompeia em cinzas. A cidade ficou preservada por séculos, revelando detalhes da vida romana: grafites nas paredes, alimentos carbonizados e até posturas dos corpos no momento da tragédia.
Mais de 8 mil soldados de terracota foram enterrados com o imperador Qin Shi Huang para protegê-lo na vida após a morte. Cada rosto é único, e até hoje arqueólogos descobrem novas câmaras e mistérios sob o solo de Xi’an.
Navios afundados, cidades submersas e templos esquecidos são explorados por arqueólogos mergulhadores. Técnicas como sonar e escavação controlada revelam vestígios que estavam ocultos por séculos nos oceanos e lagos.