Apesar de parecer frágil, um único fio de cabelo humano pode suportar até 3 kg de peso. Isso significa que, coletivamente, os fios de uma cabeça poderiam aguentar até duas toneladas — se puxados uniformemente.
A história de Newton descobrindo a gravidade ao ver uma maçã cair é famosa — mas não há provas de que ela tenha realmente caído em sua cabeça. O próprio Newton mencionou a maçã como inspiração, mas o resto pode ser apenas uma bela metáfora científica.
Marie Curie foi a primeira pessoa a ganhar dois Prêmios Nobel em áreas diferentes: Física e Química. Ela descobriu o rádio e o polônio, e seus cadernos de pesquisa ainda são radioativos até hoje. Uma mente brilhante que literalmente deixou marcas luminosas na ciência.
Quando uma ambulância se aproxima, o som da sirene parece mais agudo; ao se afastar, mais grave. Isso acontece por causa do Efeito Doppler — uma mudança na frequência das ondas sonoras devido ao movimento da fonte em relação ao observador.
Einstein usou um trem como exemplo para explicar a relatividade: dois raios de luz atingem os extremos de um vagão em movimento. Para quem está dentro, parecem simultâneos; para quem está fora, não. A percepção do tempo muda com o movimento — e isso não é ficção científica.
Galileu provou que objetos de massas diferentes caem com a mesma aceleração, desde que não haja resistência do ar. Em uma câmara de vácuo, uma pena e uma bola de boliche caem juntas. Um experimento que desafia o senso comum e confirma as leis da física.
Quando elétrons são disparados por uma fenda dupla, eles criam padrões de interferência — como ondas. Mas se forem observados, se comportam como partículas. Esse experimento revela um dos maiores mistérios da física quântica: o papel do observador muda o resultado.
Erwin Schrödinger propôs um experimento mental onde um gato, trancado em uma caixa com veneno ativado por um átomo instável, estaria vivo e morto ao mesmo tempo — até que alguém olhasse. Uma metáfora para o colapso da função de onda na mecânica quântica.
Durante um eclipse solar em 1919, cientistas observaram que a luz das estrelas se curvava ao passar perto do Sol. Isso confirmou a Teoria da Relatividade Geral de Einstein: a gravidade pode deformar o espaço-tempo e até dobrar a luz.