Localizada na Turquia, Catalhoyuk é uma das primeiras cidades do mundo, datada de 7.500 a.C. Curiosamente, não tinha ruas: os moradores se locomoviam pelos telhados e entravam nas casas por escadas e aberturas superiores.
Técnicas como carbono-14, termoluminescência e dendrocronologia ajudam a determinar a idade de artefatos. Cada método tem suas limitações, mas juntos permitem reconstruir a linha do tempo da humanidade com precisão surpreendente.
Na Mesoamérica, os Olmecas esculpiram cabeças colossais em pedra, algumas com mais de 3 metros de altura. O mistério? Ninguém sabe ao certo como foram transportadas por quilômetros sem rodas ou animais de carga. Seriam retratos de líderes ou guardiões espirituais?
Os cenotes — poços naturais no México — eram considerados sagrados pelos Maias. Arqueólogos encontraram oferendas, ossos humanos e artefatos preciosos submersos. Acreditava-se que esses locais eram portais para o Xibalba, o mundo subterrâneo espiritual.
Escondida no deserto da Líbia, Leptis Magna foi uma das cidades romanas mais grandiosas fora da Itália. Com teatros, mercados e banhos públicos, ficou soterrada por séculos até ser redescoberta. Hoje, é um dos sítios arqueológicos mais bem preservados do mundo antigo.
Em escavações na Turquia, arqueólogos encontraram uma escultura da Mãe-Deusa, símbolo de fertilidade e poder feminino. A peça, datada de 7.000 a.C., revela que cultos à divindade feminina eram centrais nas primeiras sociedades urbanas.
Nas Ilhas Shetland, Jarlshof é um sítio arqueológico com vestígios de várias eras: da Idade da Pedra ao período Viking. Casas, fortalezas e artefatos revelam como diferentes culturas ocuparam o mesmo solo ao longo de milênios.