Dois corações bombeiam sangue para as guelras e um para o corpo. O sangue azul vem da hemocianina, uma proteína rica em cobre que transporta oxigênio — ideal para ambientes de baixa temperatura.
Estudos mostram que cabras criadas em grupos distintos desenvolvem variações vocais únicas, semelhantes a sotaques. Isso revela que a comunicação animal pode ser influenciada pelo ambiente social.
Em mergulho, o falcão-peregrino pode atingir até 385 km/h. Essa velocidade é possível graças à aerodinâmica corporal e à força muscular especializada para voo em alta performance.
Durante o acasalamento, pinguins machos oferecem pedras polidas às fêmeas como símbolo de interesse. Se aceito, o casal usa as pedras para construir o ninho — um gesto de parceria e cuidado.
A parte visível do cabelo é formada por células mortas queratinizadas. A única parte viva está na raiz, abaixo da pele. Por isso, tratamentos capilares não regeneram o fio, apenas o protegem temporariamente.
O ornitorrinco detecta impulsos elétricos gerados por músculos de suas presas. Essa habilidade, chamada eletrolocalização, permite que ele cace com precisão mesmo com os olhos e ouvidos fechados.
No século IV a.C., Aristóteles classificou os seres vivos em grupos com e sem sangue, antecipando conceitos de anatomia comparada. Ele observou órgãos semelhantes entre espécies e lançou as bases da biologia sistemática que usamos até hoje.
Em 1650, Antonie van Leeuwenhoek construiu lentes poderosas e descobriu um universo invisível: protozoários, bactérias e espermatozoides. Foi o início da microbiologia — e tudo começou com um microscópio artesanal.
Em 1866, Mendel cruzou ervilhas e percebeu padrões de herança. Sem saber, ele havia descoberto os genes. Ignorado por décadas, seu trabalho virou a base da genética moderna.