No Egito Antigo, técnicas de embalsamamento usavam plantas e óleos com propriedades antibacterianas. Além de preservar corpos, revelam um conhecimento biológico avançado para a época.
Em 1953, James Watson e Francis Crick decifraram a estrutura do DNA: uma dupla hélice que carrega o código da vida. Essa descoberta revolucionou a biologia molecular e abriu caminho para a engenharia genética.
No século V a.C., Hipócrates propôs que doenças não eram castigos divinos, mas tinham causas naturais. Essa ideia revolucionou a medicina e lançou as bases da biologia médica, afastando crenças místicas e abrindo caminho para o raciocínio científico.
Em 1665, ao observar uma lâmina de cortiça com um microscópio rudimentar, Hooke viu pequenas cavidades e as chamou de 'células'. Sem saber, ele havia nomeado a unidade fundamental da vida — um marco na biologia celular.
Durante a Idade Média, enquanto a Europa vivia sob forte influência religiosa, o médico persa Avicena escrevia tratados sobre anatomia, fisiologia e botânica. Suas obras influenciaram a biologia e a medicina por séculos no Oriente e no Ocidente.
Em 1859, Darwin publicou 'A Origem das Espécies', propondo que todos os seres vivos evoluem por seleção natural. A ideia foi controversa, mas transformou a biologia em uma ciência dinâmica e explicativa da diversidade da vida.
A técnica CRISPR permite editar genes com precisão cirúrgica. Inspirada em mecanismos naturais de defesa bacteriana, ela está revolucionando a biologia molecular, com aplicações que vão de curas genéticas a agricultura personalizada.