Durante a Idade Média, a Igreja influenciava fortemente os padrões de beleza. Mulheres eram incentivadas a remover as sobrancelhas para parecerem mais 'puras' e submissas. A ausência de pelos era vista como sinal de humildade e obediência espiritual.
Com o surgimento da agricultura, as sociedades passaram a reverenciar divindades ligadas à fertilidade da terra. Rituais de colheita e plantio eram essenciais para garantir abundância — e deram origem às primeiras crenças organizadas.
Os egípcios acreditavam que a alma passava por um julgamento após a morte. Se o coração fosse mais leve que a pena da verdade, o espírito ganhava acesso ao paraíso. Caso contrário, era devorado por uma criatura chamada Ammit.
Embora tenha divindades principais como Brahma, Vishnu e Shiva, o hinduísmo reconhece milhões de manifestações divinas. Cada uma representa aspectos da natureza, da mente ou da existência humana.
Ao contrário de muitas religiões, o budismo foca no caminho espiritual e na libertação do sofrimento. Buda não é um deus, mas um mestre iluminado que ensinou como alcançar o nirvana por meio da meditação e da ética.
Na mitologia nórdica, Ragnarök é o evento apocalíptico que destruirá os deuses e o mundo. Após a batalha final, um novo ciclo começará, com a Terra renascendo e poucos sobreviventes reconstruindo a ordem.
Fundado na Pérsia por Zaratustra, o zoroastrismo introduziu ideias como céu, inferno, julgamento final e o dualismo entre bem e mal. Esses conceitos influenciaram profundamente as religiões abraâmicas que vieram depois.
A Cabala é uma tradição esotérica judaica que busca compreender os mistérios da criação e da alma. Seus textos, como o Zohar, usam símbolos e metáforas para revelar dimensões ocultas da realidade espiritual.
Maomé recebeu suas primeiras revelações do anjo Gabriel na caverna de Hira, perto de Meca. Esses versos se tornaram parte do Alcorão, e o evento marca o início da fé islâmica, que hoje conta com mais de 1,9 bilhão de seguidores.