Com o surgimento da agricultura, as sociedades passaram a reverenciar divindades ligadas à fertilidade da terra. Rituais de colheita e plantio eram essenciais para garantir abundância — e deram origem às primeiras crenças organizadas.
Em 1650, Antonie van Leeuwenhoek construiu lentes poderosas e descobriu um universo invisível: protozoários, bactérias e espermatozoides. Foi o início da microbiologia — e tudo começou com um microscópio artesanal.
Os egípcios acreditavam que a alma passava por um julgamento após a morte. Se o coração fosse mais leve que a pena da verdade, o espírito ganhava acesso ao paraíso. Caso contrário, era devorado por uma criatura chamada Ammit.
Em 1866, Mendel cruzou ervilhas e percebeu padrões de herança. Sem saber, ele havia descoberto os genes. Ignorado por décadas, seu trabalho virou a base da genética moderna.
Embora tenha divindades principais como Brahma, Vishnu e Shiva, o hinduísmo reconhece milhões de manifestações divinas. Cada uma representa aspectos da natureza, da mente ou da existência humana.
No Egito Antigo, técnicas de embalsamamento usavam plantas e óleos com propriedades antibacterianas. Além de preservar corpos, revelam um conhecimento biológico avançado para a época.
Ao contrário de muitas religiões, o budismo foca no caminho espiritual e na libertação do sofrimento. Buda não é um deus, mas um mestre iluminado que ensinou como alcançar o nirvana por meio da meditação e da ética.
Em 1953, James Watson e Francis Crick decifraram a estrutura do DNA: uma dupla hélice que carrega o código da vida. Essa descoberta revolucionou a biologia molecular e abriu caminho para a engenharia genética.
Na mitologia nórdica, Ragnarök é o evento apocalíptico que destruirá os deuses e o mundo. Após a batalha final, um novo ciclo começará, com a Terra renascendo e poucos sobreviventes reconstruindo a ordem.